Mamografia: quando começar e com que frequência fazer
A mamografia é, atualmente, o exame de imagem mais eficaz na deteção precoce de alterações na mama, muitas vezes antes de serem palpáveis. Este procedimento desempenha um papel crucial na luta contra o cancro da mama, permitindo identificar lesões suspeitas numa fase inicial, quando as hipóteses de tratamento bem-sucedido são significativamente maiores.
Compreender quando e com que frequência deve ser realizada uma mamografia é fundamental para a saúde da mulher. As recomendações podem variar consoante a idade, o histórico familiar e outros fatores de risco individuais. Este artigo pretende esclarecer as diretrizes mais recentes e fornecer informações baseadas em evidências para o ajudar a tomar decisões informadas sobre a sua saúde mamária.
O que é a mamografia e como funciona?
A mamografia é um exame radiológico que utiliza raios-X de baixa dose para criar imagens detalhadas do tecido mamário. O objetivo principal é detetar alterações que possam indicar a presença de cancro da mama, como nódulos, microcalcificações ou distorções arquitetónicas, que não seriam palpáveis num exame físico.
Como é realizado o exame?
Durante o procedimento, a mama é suavemente comprimida entre duas placas para achatar o tecido. Esta compressão é essencial por várias razões:
- Reduz a espessura da mama: Isto permite que os raios-X penetrem de forma mais uniforme e com menor dose de radiação.
- Espalha o tecido mamário: Ajuda a visualizar melhor todas as estruturas e a detetar pequenas anomalias que poderiam estar escondidas.
- Mantém a mama imóvel: Minimiza o movimento que poderia distorcer as imagens.
- Reduz a dispersão da radiação: Melhora a qualidade da imagem.
São tipicamente tiradas, pelo menos, duas projeções de cada mama (crânio-caudal e médio-oblíqua lateral). O processo dura geralmente cerca de 15 a 20 minutos. Embora a compressão possa ser desconfortável para algumas mulheres, é rápida e crucial para a obtenção de imagens de alta qualidade.
Qual a diferença entre mamografia de rastreio e mamografia de diagnóstico?
É importante distinguir entre dois tipos de mamografia:
- Mamografia de rastreio: É realizada em mulheres que não apresentam sintomas de cancro da mama. O seu objetivo é detetar precocemente alterações suspeitas. É geralmente bilateral (ambas as mamas) e consiste nas projeções padrão.
- Mamografia de diagnóstico: É efetuada quando uma mulher apresenta sintomas (por exemplo, um nódulo palpável, dor mamária persistente, retração do mamilo, secreção) ou quando uma mamografia de rastreio anterior revelou uma área suspeita. Pode incluir projeções adicionais, amplificações ou a utilização de outras técnicas de imagem, como a ecografia mamária ou a ressonância magnética.
A radiação envolvida na mamografia é mínima e considerada segura. Os benefícios da deteção precoce de um cancro superam largamente os riscos associados à exposição à radiação, de acordo com as principais organizações de saúde.
Recomendações gerais para o rastreio na população
As diretrizes para o rastreio do cancro da mama variam ligeiramente entre diferentes países e organizações de saúde, mas existem consensos importantes. Em Portugal, a Direção-Geral da Saúde (DGS) estabelece orientações para o Programa de Rastreio do Cancro da Mama.
Grupo etário de rastreio organizado
A maioria das organizações concorda que o rastreio de rotina deve começar a partir de uma certa idade e ser repetido periodicamente.
| Organização | Idade de Início | Frequência | Notas |
| DGS (Portugal) | 50 anos | Bienal (de dois em dois anos) | Rastreio organizado para mulheres assintomáticas e sem fatores de risco acrescido. Pode ser ajustado individualmente. |
| Organização Mundial da Saúde (OMS) | 50-69 anos | De 2 em 2 anos | Recomendação geral, mas salienta ajuste a nível nacional e individualizado. |
| National Health Service (NHS, Reino Unido) | 50-71 anos | De 3 em 3 anos | O programa convida mulheres até aos 71 anos. |
| American Cancer Society (ACS, EUA) | 40-44 anos (opcional) | Anual | A partir dos 40-44 anos, devem ter a opção de iniciar o rastreio anual se assim o desejarem. |
| American Cancer Society (ACS, EUA) | 45-54 anos | Anual | Recomendado em mulheres com risco médio. |
| American Cancer Society (ACS, EUA) | 55+ anos | Bienal (ou anual) | Podem continuar anualmente, ou fazer bienalmente se em boa saúde e com esperança de vida superior a 10 anos. |
É importante realçar que estas são recomendações para a população em geral, sem fatores de risco conhecidos. As mulheres com histórico familiar de cancro da mama, mutações genéticas ou outras condições que aumentem o risco podem necessitar de um rastreio mais precoce e/ou mais frequente, bem como de outros exames complementares.
Duração do rastreio
A idade para parar o rastreio também varia, mas a maioria das diretrizes sugere continuar enquanto a mulher estiver em boa saúde geral e com uma esperança de vida razoável. No contexto do programa de rastreio da DGS, a chamada para mamografia termina aos 69 anos, mas mulheres com mais de 70 anos e sem comorbilidades significativas podem discutir com o seu médico a continuação do rastreio.
A decisão de iniciar ou parar o rastreio deve ser sempre discutida individualmente com o médico, tendo em conta o histórico de saúde pessoal, familiar e as preferências da paciente.
Fatores de risco e mamografia de rastreio personalizada
As diretrizes de rastreio que abordam a idade comum para se fazer uma mamografia são para a população com risco médio. Contudo, há mulheres que apresentam um risco aumentado de desenvolver cancro da mama e, para estas, as recomendações de rastreio são diferentes, geralmente mais precoces e/ou mais intensivas.
Fatores de risco major para cancro da mama
- História familiar de cancro da mama: Ter familiares de primeiro grau (mãe, irmã, filha) com cancro da mama, especialmente se diagnosticado em idade jovem, aumenta significativamente o risco.
- Mutações genéticas: A presença de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 (e outros menos comuns) confere um risco muito elevado.
- História pessoal de cancro da mama: Mulheres que já tiveram cancro da mama numa mama têm um risco aumentado de desenvolvê-lo na outra mama ou de uma recorrência.
- Doença mamária benigna com alto risco: Certas biópsias mamárias que revelam lesões como hiperplasia atípica ou carcinoma lobular in situ aumentam o risco.
- Exposição prévia a radiação torácica: Mulheres que receberam radioterapia no peito (por exemplo, para linfoma de Hodgkin) antes dos 30 anos têm um risco acrescido a longo prazo.
- Densidade mamária elevada: Mamas densas dificultam a interpretação da mamografia, podendo "mascarar" possíveis tumores, e a própria mama densa é um fator de risco independente. A densidade mamária é classificada consoante o sistema BI-RADS.
Recomendações personalizadas para alto risco
Para mulheres com um ou mais destes fatores de risco, o plano de rastreio pode incluir:
- Início mais precoce do rastreio: Frequentemente, a partir dos 30 ou 40 anos, ou mesmo 10 anos antes da idade mais jovem de um cancro detetado na família.
- Frequência anual: Em vez de bienal.
- Outras modalidades de imagem: Para além da mamografia, pode ser recomendada a ressonância magnética (RM) mamária. A RM é particularmente útil para mulheres com mutações genéticas ou história de radiação torácica, devido à sua alta sensibilidade. Em algumas situações, a ecografia pode ser utilizada como complemento.
Exemplo de plano de rastreio para mulheres de alto risco:
| Idade de Início | Frequência | Exames Adicionais Sugeridos |
| 30-40 anos | Anual | Ressonância Magnética Mamária Alternada com Mamografia (se risco >20%) |
| Após os 40 anos | Anual | Mamografia e/ou Ressonância Magnética Mamária, conforme risco individual |
É imperativo que a avaliação do risco seja realizada por um profissional de saúde, que irá considerar todos os fatores relevantes e elaborar um plano de rastreio adequado. Se tem histórico familiar de cancro da mama ou suspeita de algum fator de risco, discuta-o com o seu médico de família ou com um especialista.
Leia mais sobre os fatores de risco do cancro da mama.
Mamografia em mulheres jovens e em casos específicos
A mamografia de rastreio não é, por norma, recomendada para mulheres com menos de 40 anos, salvo exceções. A principal razão é que as mamas de mulheres jovens são frequentemente mais densas, o que reduz a sensibilidade da mamografia e aumenta a probabilidade de falsos positivos. Além disso, o risco de cancro da mama em idades jovens é significativamente menor.
Quando a mamografia pode ser considerada em mulheres jovens?
Existem situações específicas em que uma mamografia pode ser indicada, geralmente no contexto de uma mamografia de diagnóstico e não de rastreio:
- Sintomas suspeitos: Se uma mulher jovem (mesmo que abaixo dos 40 anos) apresentar um nódulo palpável ou outros sintomas mamários que causem preocupação, uma mamografia poderá ser parte da investigação diagnóstica, muitas vezes complementada por uma ecografia mamária. A ecografia é frequentemente a primeira linha de investigação em mamas jovens e densas.
- Alto risco genético: Conforme mencionado, mulheres com mutações genéticas conhecidas (e.g., BRCA1/BRCA2) ou com histórico familiar muito forte podem ser aconselhadas a iniciar o rastreio com mamografia e/ou ressonância magnética antes dos 40 anos.
- Achados suspeitos em outros exames: Se uma ecografia ou um exame físico levantar suspeitas, uma mamografia pode ser realizada, mesmo em idade jovem, para uma avaliação mais detalhada.
Nestes casos, a decisão de realizar uma mamografia é sempre individualizada e baseada numa avaliação clínica cuidadosa por parte do médico. O médico irá ponderar os potenciais benefícios do diagnóstico precoce face aos riscos associados à exposição à radiação, embora minimizada, em tecidos potencialmente mais sensíveis.
É fundamental que as mulheres jovens estejam atentas a alterações nas suas mamas e que consultem um médico se notarem algo incomum. O autoexame e o exame clínico são importantes ferramentas, complementares a exames de imagem, para a saúde mamária em todas as idades.
Tipos de mamografia e outras tecnologias de imagem da mama
A mamografia tem evoluído e, além da mamografia tradicional, existem outros tipos e tecnologias de imagem que podem ser utilizados para uma avaliação mais precisa da saúde da mama.
1. Mamografia Digital (2D)
É a forma mais comum de mamografia atualmente. Em vez de utilizar filmes de raios-X, as imagens são capturadas digitalmente e armazenadas em ficheiros de computador. Isto oferece várias vantagens:
- Melhor qualidade de imagem: Permite aos radiologistas ajustar o Brilho e o contraste das imagens.
- Menor dose de radiação: Embora a dose já fosse baixa, a mamografia digital pode ser ainda mais eficiente.
- Facilidade de armazenamento e partilha: As imagens digitais são mais fáceis de arquivar e enviar entre profissionais.
2. Tomossíntese Mamária Digital (3D)
Frequentemente referida como mamografia 3D, a tomossíntese é uma tecnologia mais recente que cria uma série de imagens de baixa dose de raios-X, de vários ângulos, que são depois combinadas por um computador para formar uma imagem tridimensional da mama.
- Vantagens: Permite aos radiologistas examinar o tecido mamário em "fatias", reduzindo a sobreposição de tecido que pode mascarar tumores em mamas densas. Pode aumentar a taxa de deteção de cancro e reduzir o número de falsos positivos (e, consequentemente, as repetições de exames).
- Utilização: Cada vez mais utilizada como parte do rastreio de rotina, especialmente em mulheres com mamas densas, ou como ferramenta de diagnóstico complementar.
3. Ressonância Magnética (RM) Mamária
A RM mamária usa ondas de rádio e um campo magnético forte, sem radiação ionizante, para criar imagens detalhadas da mama. Geralmente, é administrado um agente de contraste para realçar certas áreas.
- Vantagens: Extremamente sensível na deteção de cancro da mama, especialmente em mulheres de alto risco ou com mamas muito densas, onde a mamografia pode não ser tão eficaz.
- Utilização: Principalmente recomendada para mulheres de alto risco (devido a mutações genéticas, história familiar muito forte, ou história de radiação torácica), pacientes com cancro da mama recém-diagnosticado para estadiamento, ou para avaliar a resposta à quimioterapia neoadjuvante. Não é um exame de rastreio de rotina para a população em geral devido ao seu custo, tempo de duração e maior taxa de falsos positivos em comparação com a mamografia.
4. Ecografia Mamária
A ecografia utiliza ondas sonoras para criar imagens da mama. Não envolve radiação.
- Vantagens: Excelente para distinguir entre nódulos sólidos e quistos (preenchidos com líquido). É o exame de primeira linha em mulheres jovens e em grávidas devido à ausência de radiação.
- Utilização: Geralmente utilizada como complemento à mamografia, em vez de um substituto. É especialmente útil para investigar nódulos palpáveis ou outras anomalias detetadas na mamografia, e em mulheres com mamas densas, onde pode ajudar a encontrar cancros que a mamografia poderá não detetar.
- Não é recomendada como método único de rastreio devido à sua dependência do operador e à menor capacidade de detetar microcalcificações, que podem ser um sinal precoce de cancro.
A escolha da modalidade de imagem mais adequada é sempre feita pelo médico, tendo em conta a idade da paciente, os seus fatores de risco, as características da mama e os achados clínicos.
Contraindicações e precauções
Embora a mamografia seja um exame seguro e amplamente recomendado, existem algumas situações e precauções a ter em conta.
Gravidez e Amamentação
- Gravidez: A mamografia é geralmente contraindicada durante a gravidez devido à exposição à radiação ionizante, mesmo que em doses baixas. Se houver uma forte suspeita clínica de cancro da mama durante a gravidez, a ecografia é a modalidade de primeira linha. A ressonância magnética pode ser considerada em casos selecionados, preferencialmente sem contraste. Se a mamografia for absolutamente necessária, são tomadas precauções rigorosas para proteger o feto.
- Amamentação: O tecido mamário de uma mulher a amamentar é mais denso devido à produção de leite, o que pode dificultar a interpretação da mamografia e levar a resultados menos precisos. Se for necessário realizar uma mamografia durante a amamentação, é aconselhado que a mulher exprima o leite antes do exame para reduzir a densidade mamária. A ecografia é frequentemente a modalidade preferida para investigar sintomas mamários durante a amamentação.
Implantes Mamários
Mulheres com implantes mamários (silicone ou soro fisiológico) podem realizar mamografias, mas é importante informar o técnico de radiologia e o médico. Os implantes podem dificultar a visualização de parte do tecido mamário e, por vezes, requerem técnicas especiais:
- Projeções adicionais: São realizadas projeções específicas (projeções Eklund) que permitem empurrar o implante para trás e visualizar melhor o tecido mamário.
- Risco de rutura: Existe um risco mínimo de rutura do implante devido à compressão, embora seja raro. Os implantes mais antigos podem ter um risco ligeiramente maior.
- Outras modalidades: A ecografia e a ressonância magnética são frequentemente usadas em conjunto com a mamografia para avaliar mamas com implantes, especialmente para detetar lesões que possam estar "escondidas" pelo implante ou para avaliar a integridade do próprio implante.
Exposição Prévia à Radiação
Embora a dose de radiação de uma mamografia seja muito baixa, deve-se sempre considerar o histórico de exposições à radiação. Para mulheres que já foram submetidas a radioterapia torácica em idade jovem (por exemplo, para linfoma de Hodgkin), as recomendações de rastreio são ajustadas, muitas vezes com um início mais precoce e a inclusão da ressonância magnética, precisamente para equilibrar o risco de radiação cumulativa com a necessidade de vigilância apertada.
Outras Considerações
- Sensibilidade à dor: A compressão mamária pode ser incómoda ou dolorosa para algumas mulheres. Sugere-se evitar agendar o exame na semana anterior à menstruação, quando a mama pode estar mais sensível.
- Ansiolíticos: Em casos de ansiedade extrema ou dor significativa, a paciente pode discutir com o seu médico a possibilidade de tomar um analgésico ou ansiolítico leve antes do exame, embora não seja uma prática comum para a mamografia.
Em qualquer uma destas situações, é crucial discutir sempre com o seu médico as suas preocupações e histórico completo, para que ele possa aconselhá-la sobre a melhor abordagem para o seu caso específico.
Perguntas frequentes
A mamografia dói?
A compressão mamária durante a mamografia pode ser desconfortável ou causar uma breve dor para algumas mulheres, mas geralmente é bem tolerada. A compressão é essencial para obter imagens claras e reduzir a dose de radiação.
De que forma a densidade mamária afeta a mamografia?
Mamas densas têm mais tecido glandular e fibroso e menos gordura, o que as torna "brancas" na mamografia. Como os tumores também aparecem brancos, podem ser difíceis de distinguir do tecido denso. Nesses casos, podem ser necessários exames complementares como a ecografia ou a ressonância magnética.
Se o resultado da minha mamografia for normal, preciso de fazer outros exames?
Se a sua mamografia de rastreio for classificada como normal (BI-RADS 1 ou 2) e não tiver fatores de alto risco, geralmente não são necessários outros exames de imagem nesse momento. No entanto, se houver sintomas ou fatores de alto risco, o médico pode recomendar exames adicionais ou um acompanhamento mais próximo.
A radiação da mamografia é perigosa?
A dose de radiação de uma mamografia é muito baixa e os benefícios da deteção precoce do cancro superam largamente os riscos potenciais. A tecnologia moderna visa minimizar a exposição à radiação, tornando o exame muito seguro quando realizado conforme as diretrizes.
Posso fazer uma mamografia se tiver um nódulo palpável?
Sim. Se sentir um nódulo ou qualquer outra alteração mamária, deve consultar o seu médico. Nestes casos, a mamografia será uma mamografia de diagnóstico, que pode ser complementada com ecografia e/ou ressonância magnética, para investigar a causa da alteração.
O rastreio termina aos 69 anos em Portugal?
O Programa de Rastreio da DGS convida as mulheres dos 50 aos 69 anos para o rastreio bienal. No entanto, mulheres com mais de 70 anos em bom estado geral de saúde e com bom prognóstico podem continuar a fazer rastreio individualmente, em consulta com o seu médico assistente.
Fontes e Referências
- Direção-Geral da Saúde (DGS). Programa de Rastreio do Cancro da Mama. Disponível em: https://www.dgs.pt/saude-publica/programas-de-rastreio/cancro-da-mama.aspx
- Organização Mundial da Saúde (OMS). Breast Cancer Screening. Disponível em: https://www.who.int/cancer/detection/breastcancer/en/
- National Health Service (NHS, Reino Unido). Breast screening. Disponível em: https://www.nhs.uk/conditions/breast-screening/
- American Cancer Society (ACS). American Cancer Society Guideline for Breast Cancer Screening. Disponível em: https://www.cancer.org/cancer/types/breast-cancer/screening-tests-and-early-detection/american-cancer-society-guidelines-for-the-early-detection-of-cancer.html
- Mayo Clinic. Mammogram. Disponível em: https://www.mayoclinic.org/tests-procedures/mammogram/about/pac-20384806
- Manual MSD (Versão Saúde para a Família). Rastreio do Cancro de Mama. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/problemas-de-sa%C3%BAde-feminina/doen%C3%A7as-da-mama/rastreio-do-cancro-de-mama
