Saúde Intestinal

Sintomas de Intolerância ao Glúten

Descobre os sintomas de intolerância ao glúten mais comuns e como aliviar o desconforto. Inclui dicas sobre dieta e quando procurar apoio médico.

<h2>A Intolerância ao Glúten: Como Identificar</h2> <p>A questão dos “<strong>Sintomas de intolerância ao glúten: como identificar</strong>” levanta dúvidas em muitas pessoas que sentem desconfortos após consumir alimentos como trigo, centeio ou cevada. A intolerância ao glúten é definida como uma reação adversa do organismo à proteína glúten, causando sintomas físicos e até mesmo mentais em quem é sensível. Esta resposta não envolve necessariamente um processo autoimune ou danos intestinais visíveis, mas pode prejudicar o bem-estar e a qualidade de vida.</p> <p>É comum confundir a intolerância ao glúten com a <strong>doença celíaca</strong>, no entanto, as duas condições apresentam diferenças fundamentais:</p> <ul> <li><strong>Intolerância ao glúten:</strong> <ul> <li>Não causa lesão direta no intestino.</li> <li>Provoca sintomas variados após a ingestão de glúten.</li> <li>Não é considerada uma doença autoimune.</li> </ul> </li> <li><strong>Doença celíaca:</strong> <ul> <li>É uma doença autoimune crónica.</li> <li>O contacto com o glúten danifica as vilosidades do intestino delgado.</li> <li>Pode levar à má absorção de nutrientes e complicações mais graves.</li> </ul> </li> </ul> <p>Compreender estas distinções é essencial para procurar o diagnóstico apropriado e o tratamento correto. Muitas vezes, apenas observar os sintomas não é suficiente para diferenciar as duas condições. A avaliação médica detalhada faz parte do processo para garantir a saúde e a segurança alimentar.</p> <p>Além dos sintomas relacionados com a intolerância ao glúten, é importante estar atento a outros possíveis distúrbios que podem surgir, como distúrbios do sono ou até mesmo condições de pele como a <a href="/sarna">sarna</a>. Estas questões podem impactar diretamente na qualidade de vida e devem ser tratadas com seriedade. Para obter produtos que possam ajudar no tratamento destas condições, pode visitar a nossa loja ou adicionar itens ao seu carrinho para facilitar a compra.</p> <h2>Principais Sintomas Gastrointestinais da Intolerância ao Glúten</h2> <p>Identificar os <strong>sintomas da intolerância ao glúten</strong> pode ser desafiador, especialmente porque podem variar de pessoa para pessoa e assemelhar-se a outras condições digestivas. No entanto, existem alguns sinais físicos de intolerância que são comuns entre aqueles que sofrem desta condição.</p> <h3>Desconforto Abdominal</h3> <p>Um dos sintomas mais frequentes é o <a href="https://www.dgs.pt/">desconforto abdominal</a>. Após o consumo de alimentos contendo glúten, muitas pessoas relatam sentir uma sensação de inchaço e plenitude no estômago, que pode ser bastante desconfortável. Este inchaço é muitas vezes acompanhado por um excesso de <a href="/gases/">gases</a>, que pode provocar ainda mais desconforto e constrangimento.</p> <h3>Excesso de Gases</h3> <p>O excesso de gases é outro sintoma comum. A fermentação do glúten no intestino pode levar à produção excessiva de gases, causando flatulência frequente e desconfortável. Esse aumento na produção de gases pode resultar em cólicas e dores abdominais intensas, afetando significativamente a qualidade de vida.</p> <p>Para aliviar estes sintomas, algumas pessoas recorrem ao uso de <a href="/carvao-ativado">carvão ativado</a>, conhecido pela sua capacidade de reduzir a flatulência e o inchaço abdominal.</p> <h3>Dores no Estômago</h3> <p>As dores no estômago são outra manifestação comum da intolerância ao glúten. Essas dores podem variar desde um ligeiro desconforto até cólicas severas, dependendo da quantidade de glúten ingerida e da sensibilidade individual. As dores geralmente ocorrem logo após a ingestão de alimentos com glúten e podem durar várias horas.</p> <h3>Alterações no Trânsito Intestinal</h3> <p>As <strong><a href="https://www.infarmed.pt/web/infarmed/pesquisa/-/journal_content/501726/4000008">alterações no trânsito intestinal</a></strong>, como diarreia e prisão de ventre, também estão frequentemente associadas à intolerância ao glúten.</p> <ul> <li><strong>Diarreia</strong>: Muitas pessoas experienciam episódios recorrentes de diarreia após consumir alimentos com glúten. Isso ocorre porque o corpo tenta rapidamente eliminar a substância irritante do sistema digestivo.</li> <li><strong><a href="/prisao-de-ventre/">Prisão de Ventre</a></strong>: Por outro lado, algumas pessoas podem sofrer com prisão de ventre crónica. O glúten pode interferir na motilidade intestinal normal, levando a dificuldades na evacuação.</li> </ul> <p>Essas alterações intestinais não só causam desconforto físico como também podem levar a complicações adicionais, como desidratação e desequilíbrios eletrolíticos.</p> <p>Compreender estes principais sintomas gastrointestinais é crucial para identificar e gerir adequadamente a intolerância ao glúten. Reconhecer esses sinais físicos pode ajudar na procura de um diagnóstico preciso e no início do tratamento adequado para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos afetados pela condição.</p> <p>Além disso, incorporar alimentos fermentados na dieta pode ajudar a melhorar a saúde intestinal das pessoas que sofrem com esta condição. Esses alimentos podem promover um microbioma equilibrado e uma digestão saudável, aliviando assim alguns dos sintomas associados à intolerância ao glúten.</p> <h2>Sintomas Extraintestinais Associados à Intolerância ao Glúten</h2> <p>Os sintomas extraintestinais da intolerância ao glúten costumam confundir muitas pessoas e nem sempre são relacionados imediatamente à alimentação. A manifestação desses sinais pode ser subtil, mas afeta diretamente a qualidade de vida. Entre as queixas mais comuns, destacam-se alterações neurológicas e quadros de anemia.</p> <h3>Sintomas Neurológicos</h3> <p>A relação entre o glúten e o sistema nervoso está cada vez mais evidenciada em pesquisas clínicas. Muitos indivíduos relatam:</p> <ul> <li><strong>Tontura</strong> repentina ou sensação de desequilíbrio após o consumo de alimentos com glúten.</li> <li><strong>Confusão mental</strong>, conhecida como <em>“brain fog”</em>, caracterizada por dificuldade de concentração, lapsos de memória e sensação de lentidão a pensar.</li> <li><strong>Desorientação pós-refeição</strong>, especialmente quando acompanhada de cansaço extremo sem razão aparente.</li> </ul> <p>Esses sintomas extraintestinais podem ser intermitentes, surgindo logo após refeições ou persistindo ao longo do dia. Frequentemente, quem sofre dessas manifestações não associa o quadro ao glúten, atribuindo-o a fatores emocionais ou <em>stress</em> do quotidiano.</p> <h3>Anemia Relacionada à Intolerância ao Glúten</h3> <p>A anemia surge como uma complicação importante. Mesmo na ausência das lesões intestinais típicas da doença celíaca, a intolerância ao glúten pode prejudicar a absorção de nutrientes fundamentais, principalmente ferro e vitaminas do complexo B.</p> <blockquote> <p>Indivíduos com intolerância ao glúten frequentemente apresentam <strong>fadiga crónica</strong>, palidez e queda no desempenho físico ou intelectual devido à baixa oferta de oxigénio para os tecidos.</p> </blockquote> <p>A deficiência de ferro é uma das principais causas da anemia neste contexto. Em muitos casos, o tratamento convencional da anemia não produz efeito enquanto o consumo de glúten não for eliminado da dieta. Irritabilidade, dores musculares e maior propensão a infeções também são consequências comuns desse quadro.</p> <p>Reconhecer esses sintomas extraintestinais amplia as possibilidades de diagnóstico correto e evita tratamentos inadequados que não abordam a verdadeira causa do problema.</p> <h2>Outros Sinais Menos Comuns da Intolerância ao Glúten</h2> <p>Alguns sinais menos comuns podem indicar a presença de intolerância ao glúten, embora nem sempre sejam imediatamente associados à condição.</p> <h3>1. Enxaqueca e Visão Enevoada</h3> <p>Pacientes sensíveis ao glúten frequentemente relatam episódios de <a href="https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-do-sistema-nervoso/enxaqueca/">enxaqueca</a> que podem ser acompanhados por visão enevoada. Esses sintomas podem surgir após a ingestão de alimentos contendo glúten e são um indicativo importante a ser considerado durante o diagnóstico. A relação entre enxaquecas e intolerância ao glúten ainda está a ser estudada, mas há evidências crescentes de que a inflamação induzida pelo glúten pode desencadear essas dores de cabeça debilitantes.</p> <h3>2. Inchaço nas Articulações e <a href="https://www.sns24.gov.pt/tema/saude-visual/dor-nos-olhos/">Dores Oculares</a></h3> <p>Outro sintoma menos comum associado à intolerância ao glúten é o <a href="https://www.dgs.pt/saude-de-a-a-z/doencas-reumaticas.aspx">inchaço nas articulações</a>. Alguns doentes relatam sentir dor e rigidez nas articulações, especialmente nos joelhos e cotovelos, após consumir alimentos com glúten. Além disso, dores oculares também têm sido mencionadas como parte do quadro sintomático. Essas manifestações podem ser confundidas com outras condições reumáticas ou oftalmológicas, dificultando um diagnóstico rápido.</p> <p>Esses sinais adicionais destacam a complexidade da intolerância ao glúten e a necessidade de uma abordagem abrangente para identificar corretamente a condição.</p> <p>Além disso, é interessante notar que algumas pessoas procuram alternativas como o uso do extrato de grãos de café verde na tentativa de aliviar alguns desses sintomas. No entanto, é crucial entender que a intolerância ao glúten é uma condição séria que requer atenção médica adequada. Em alguns casos, os sintomas podem manifestar-se como <a href="/dor-nas-costas">dor nas costas</a>, o que pode complicar ainda mais o quadro clínico do doente.</p> <h2>Diagnóstico da Intolerância ao Glúten: Como Identificar Corretamente</h2> <p>O diagnóstico da intolerância ao glúten exige atenção redobrada aos sinais apresentados pelo corpo, especialmente após a ingestão de alimentos que contenham trigo, centeio ou cevada. A avaliação clínica detalhada é o primeiro passo para levantar a suspeita da condição. Médicos costumam investigar o histórico alimentar e os sintomas relatados em diferentes situações, observando se há relação direta entre o consumo de glúten e manifestações como desconforto digestivo, fadiga ou alterações neurológicas.</p> <p>A identificação correta depende do acompanhamento dos sintomas ao longo do tempo. Será orientado a registar um diário alimentar, anotando tudo o que consome e as reações observadas. Esse método auxilia o profissional na diferenciação entre intolerância ao glúten, doença celíaca ou alergias alimentares.</p> <p>A confirmação do diagnóstico não se baseia apenas na observação clínica. Os <strong>exames laboratoriais</strong> desempenham um papel fundamental nesse processo:</p> <ul> <li><strong>Testes serológicos</strong>: Avaliam a presença de anticorpos específicos associados à doença celíaca (como anti-transglutaminase ou anti-endomísio), essenciais para excluí-la, já que os sintomas podem ser semelhantes.</li> <li><strong>Teste genético</strong>: Analisa marcadores genéticos relacionados à predisposição para doença celíaca. Um resultado negativo praticamente descarta essa condição.</li> <li><strong>Teste de exclusão alimentar</strong>: Consiste em retirar completamente o glúten da dieta por algumas semanas e reintroduzi-lo depois, sempre sob supervisão médica ou nutricional. A melhoria dos sintomas durante a exclusão e a sua recorrência após a reintrodução reforçam o diagnóstico de intolerância.</li> <li><em>Biópsia intestinal</em> raramente é indicada na intolerância simples, mas pode ser solicitada para afastar doença celíaca quando as dúvidas persistem.</li> </ul> <p>É de realçar que os exames laboratoriais ajudam principalmente a excluir outras patologias com sintomas semelhantes. Não existe ainda um teste laboratorial específico para intolerância ao glúten não celíaca; por isso, o diagnóstico costuma ser clínico, baseado nos sintomas e na resposta à retirada do glúten.</p> <p>A precisão no diagnóstico evita restrições alimentares desnecessárias e garante um plano alimentar adequado às necessidades individuais. Durante esse processo, <a href="/alimentos-e-bebidas-diureticas-naturais">alimentos e bebidas diuréticas naturais</a> podem ajudar a aliviar alguns sintomas relacionados com o desconforto digestivo. Além disso, é importante considerar uma dieta <a href="/alimentos-ricos-em-fibra">rica em fibras</a>, que pode contribuir para uma melhor saúde intestinal. Em casos onde é necessário perder peso devido à retenção de líquidos ou outros fatores relacionados com a saúde, produtos como o Phen24 podem ser considerados sob orientação médica.</p> <h2>Tratamento e Gestão da Intolerância ao Glúten</h2> <p>O tratamento da intolerância ao glúten é centrado na exclusão completa do glúten da alimentação diária. Essa abordagem elimina os sintomas e previne o desconforto associado à ingestão dessa proteína. Não existe medicação específica para tratar a intolerância, tornando a <strong><a href="https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-gastrointestinais/doenca-celiaca/dieta-sem-gluten/">dieta sem glúten</a></strong> a principal estratégia de controlo.</p> <h3>Principais pontos do tratamento:</h3> <ul> <li><strong>Eliminação total do glúten:</strong> É fundamental retirar todos os alimentos que contenham trigo, centeio, cevada e os seus derivados. Mesmo pequenas quantidades podem desencadear sintomas desconfortáveis em pessoas sensíveis.</li> <li><strong>Leitura atenta de rótulos:</strong> Produtos industrializados muitas vezes contêm glúten oculto em ingredientes como maltodextrina, amido modificado ou espessantes. Para evitar isso, é essencial adotar uma <a href="https://www.infarmed.pt/web/infarmed/infarmed?p_auth=P7rBwQ7h&p_p_id=infarmed_WAR_infarmedportlet&p_p_lifecycle=1&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-2&p_p_col_count=1&_infarmed_WAR_infarmedportlet_javax.portlet.action=downloadFile&_infarmed_WAR_infarmedportlet_articleId=254050&_infarmed_WAR_infarmedportlet_folderId=15767">rotulagem inteligente</a> e prestar atenção especial a alimentos processados, enchidos, molhos prontos e sopas enlatadas.</li> <li><strong>Prevenção da contaminação cruzada:</strong> Utensílios de cozinha, superfícies e até mesmo fritadeiras partilhadas podem transferir vestígios de glúten para alimentos originalmente isentos dessa proteína.</li> </ul> <h3>Alternativas alimentares sem glúten:</h3> <p>Diversas opções podem substituir ingredientes tradicionais com segurança para quem precisa seguir uma dieta restrita:</p> <ul> <li><em>Farinha de arroz</em>: versátil para pães, bolos e massas. É importante notar que o <a href="https://www.infarmed.pt/web/infarmed/pesquisa/-/journal_content/501726/4000008">arroz não contém glúten</a>, tornando-se uma excelente alternativa.</li> <li><em>Farinha de mandioca</em>: tradicional na culinária portuguesa, usada em farofas e receitas diversas.</li> <li><em>Fubá ou farinha de milho</em>: excelente para polentas, bolos e tartes.</li> <li><em>Polvilho doce ou azedo</em>: utilizado em pães de queijo, biscoitos e outras preparações.</li> <li><em>Aveia certificada sem glúten</em>: opção interessante para papas, granolas e panquecas.</li> </ul> <blockquote> <p>Comer fora de casa exige planeamento. Prefira restaurantes que oferecem opções sem glúten ou estabelecimentos especializados. Informe sempre sobre a sua restrição alimentar ao solicitar refeições.</p> </blockquote> <p>Com o acesso crescente a produtos específicos no mercado português, manter uma alimentação variada e nutritiva sem glúten torna-se cada vez mais viável. Isso permite não apenas evitar os sintomas indesejados mas também garantir qualidade de vida e bem-estar contínuo.</p> <p>Além disso, é possível explorar outras dietas que podem complementar o tratamento da intolerância ao glúten. Por exemplo, a <a href="/dieta-da-sopa">dieta da sopa</a>, que tem mostrado resultados significativos na perda de peso, pode ser adaptada de modo a eliminar o glúten dos ingredientes utilizados. Outra alternativa é a <a href="/dieta-cetogenica">dieta cetogénica</a>.</p> <h2>Importância do Acompanhamento Profissional na Gestão da Intolerância ao Glúten</h2> <p>O <strong><a href="https://www.sns24.gov.pt/guia/acompanhamento-nutricional/">acompanhamento médico nutricional</a></strong> é essencial para garantir um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz para a intolerância ao glúten. Apenas profissionais capacitados podem diferenciar essa condição de outras doenças semelhantes, como a doença celíaca ou a alergia ao trigo.</p> <h3>Benefícios do Suporte Médico:</h3> <ul> <li><strong>Diagnóstico preciso:</strong> A avaliação clínica feita por um médico pode identificar corretamente os sintomas de intolerância ao glúten, diferenciando-os de outras condições que apresentam sintomas semelhantes.</li> <li><strong>Monitorização dos sintomas:</strong> O acompanhamento regular permite ajustar o tratamento conforme necessário, garantindo que os sintomas estejam sob controlo e que a saúde geral do doente seja mantida.</li> </ul> <h3>Importância do Acompanhamento Nutricional:</h3> <p>Um nutricionista desempenha um papel fundamental na elaboração de uma dieta equilibrada sem glúten. Ajuda a:</p> <ul> <li><strong>Identificar alimentos seguros:</strong> Orienta sobre quais alimentos podem ser consumidos e quais devem ser evitados, reduzindo o risco de contaminação cruzada.</li> <li><strong>Manter uma nutrição equilibrada:</strong> Garante que a dieta sem glúten seja nutritiva e completa, evitando deficiências nutricionais que possam surgir com a exclusão de certos alimentos. Para entender melhor como ter uma dieta saudável mesmo em situações adversas, como na quarentena, <a href="https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-do-aparelho-digestivo/doenca-celiaca/dieta-saudavel/">este artigo</a> pode ser útil.</li> <li><strong>Educação contínua:</strong> Fornece informações atualizadas sobre novos produtos e alternativas alimentares disponíveis no mercado.</li> </ul> <p>Além disso, o acompanhamento profissional também é crucial durante o crescimento da criança. Um guia abrangente sobre <a href="https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/guia-alimentar-para-criancas-portuguesas.aspx">nutrição infantil</a> pode fornecer <em>insights</em> valiosos nesse aspeto.</p> <p>Assim, o acompanhamento profissional não só facilita a gestão da intolerância ao glúten, mas também promove uma qualidade de vida melhor para os indivíduos afetados.</p> <h2>Conclusão: Reconhecendo os Sintomas para uma Vida Saudável sem Glúten</h2> <p>Identificar os sintomas da intolerância ao glúten é o primeiro passo para evitar desconfortos recorrentes e complicações de saúde. Sinais como dores abdominais, alterações intestinais, fadiga e confusão mental após o consumo de alimentos com glúten merecem atenção imediata. Reconhecer estes sintomas possibilita intervenções precoces e maior qualidade de vida.</p> <ul> <li><strong>Observar o próprio corpo e anotar sintomas recorrentes facilita a comunicação com profissionais de saúde.</strong></li> <li>Procurar orientação médica ao perceber sinais suspeitos garante um diagnóstico mais preciso.</li> <li>A exclusão do glúten só deve ser feita com acompanhamento, evitando deficiências nutricionais.</li> </ul> <p>Para ajudar na transição para uma dieta sem glúten, é fundamental adotar uma <a href="/alimentacao-saudavel">alimentação saudável</a>. Isso não apenas minimiza os sintomas da intolerância ao glúten, mas também promove um estilo de vida mais equilibrado e saudável.</p> <p>Além disso, é importante salientar que o cuidado começa pelo autoconhecimento, passa pela escuta médica qualificada e consolida-se em escolhas alimentares seguras. Com informação e apoio profissional, viver bem sem glúten é totalmente possível.</p> <p>Por outro lado, se os sintomas persistirem ou se agravarem, pode ser necessário procurar alternativas naturais para aliviar o desconforto. Existem remédios naturais que podem ser eficazes para aliviar a dor nas costas e outros desconfortos relacionados com a intolerância ao glúten.</p> <p>Além disso, monitorizar o seu peso e entender o seu <a href="/imc-ideal-por-faixa-etaria">IMC ideal por faixa etária</a> pode ser útil na manutenção da saúde durante esse processo.</p> <p>Por fim, considerar uma dieta plant-based pode trazer benefícios adicionais à saúde, oferecendo uma variedade de opções alimentares nutritivas e sustentáveis que são naturalmente isentas de glúten.</p> <h2>Perguntas Frequentes</h2> <h3>O que é intolerância ao glúten e como ela se manifesta no organismo?</h3> <p>A intolerância ao glúten é uma condição em que o organismo apresenta reações adversas à ingestão de alimentos contendo glúten, levando a sintomas gastrointestinais como desconforto abdominal, excesso de gases, diarreia ou prisão de ventre, além de sintomas extraintestinais como anemia e irritabilidade.</p> <h3>Qual a diferença entre intolerância ao glúten e doença celíaca?</h3> <p>A intolerância ao glúten é uma sensibilidade não autoimune ao glúten que provoca sintomas desagradáveis, enquanto a doença celíaca é uma doença autoimune grave que causa danos no intestino delgado. Entender essas diferenças é fundamental para um diagnóstico correto e tratamento adequado.</p> <h3>Quais são os principais sintomas gastrointestinais da intolerância ao glúten?</h3> <p>Os sintomas gastrointestinais mais comuns incluem desconforto abdominal, excesso de gases, dores no estômago, além de alterações no trânsito intestinal como diarreia e prisão de ventre após o consumo de alimentos com glúten.</p> <h3>Quais sintomas extraintestinais podem estar associados à intolerância ao glúten?</h3> <p>Além dos sintomas digestivos, a intolerância ao glúten pode causar sintomas neurológicos como tontura, confusão mental e sensação de desorientação após as refeições, além de anemia e irritabilidade que impactam a saúde geral do indivíduo.</p> <h3>Como é feito o diagnóstico da intolerância ao glúten?</h3> <p>O diagnóstico envolve uma avaliação clínica detalhada dos sintomas relacionados com a ingestão de glúten, acompanhada por exames laboratoriais para confirmar a intolerância e excluir outras condições semelhantes, garantindo um diagnóstico preciso.</p> <h3>Qual o tratamento indicado para a intolerância ao glúten?</h3> <p>O principal tratamento consiste na exclusão do glúten da dieta. É importante substituir alimentos com glúten por alternativas sem glúten como farinha de arroz, mandioca e milho. O acompanhamento médico e nutricional é essencial para garantir uma dieta equilibrada e o controlo eficaz dos sintomas.</p> <hr> <p><strong>⚕️ Aviso:</strong> Este artigo é meramente informativo e não substitui aconselhamento médico profissional. Consulte sempre o seu médico ou profissional de saúde qualificado antes de iniciar qualquer tratamento ou alterar a sua rotina de saúde.</p> <hr> <h2>Fontes e Referências</h2> <ul> <li><strong>DGS (Direção-Geral da Saúde):</strong> Guia Alimentar para Crianças Portuguesas. Disponível em: https://www.dgs.pt/documentos-e-publicacoes/guia-alimentar-para-criancas-portuguesas.aspx</li> <li><strong>SNS 24:</strong> Doença Celíaca: Dieta sem Glúten. Disponível em: https://www.sns24.gov.pt/tema/doencas-gastrointestinais/doenca-celiaca/dieta-sem-gluten/</li> <li><strong>Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde):</strong> Informação para o doente celíaco sobre aditivos e excipientese. Disponível em: https://www.infarmed.pt/web/infarmed/infarmed?p_p_id=infarmed_WAR_infarmedportlet&p_p_lifecycle=1&p_p_state=normal&p_p_mode=view&p_p_col_id=column-2&p_p_col_count=1&_infarmed_WAR_infarmedportlet_javax.portlet.action=downloadFile&_infarmed_WAR_infarmedportlet_articleId=254050&_infarmed_WAR_infarmedportlet_folderId=15767</li> <li><strong>Organização Mundial de Gastroenterologia:</strong> Guia Prático para a Doença Celíaca. Disponível em: https://www.worldgastroenterology.org/guidelines/global-guidelines/celiac-disease/celiac-disease-portuguese</li> </ul>